Discurso de Posse do Ministro da Educação RICARDO VÉLEZ RODRIGUEZ – Governo Bolsonaro

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Ricardo Vélez Rodriguez, Ministro da Educação do Governo Bolsonaro, faz o discurso de posse ao assumir o cargo.

Youtube Folha do Brasil

43 COMENTÁRIOS

  1. Prezados amigos, sou seguidor de Olavo de Carvalho – ele sabe trabalhar como bom jornalista que é, as mídias sociais e tem uma caneta e uma língua bem afiada para as pautas que defendeu. Mas, prestemos atenção que foi citado o notabilissimo historiador octogenário, Dr. Antonio Paim.

    (1) Fez 87 anos recentemente – http://diplomatizzando.blogspot.com/2014/04/antonio-paim-um-mestre-aos-87-anos.html
    (2) O próprio Ministro fez um documento sobre quem é Antonio Paim – está aqui, verifiquem quem é este que está em pé de igualdade com Olavo: http://www.ecsbdefesa.com.br/defesa/fts/PAIM.pdf

    Saúde!

  2. POR FAVOR MINISTRO, INCLUA A EDUCAÇÃO INTERPESSOAL, COMO MATÉRIA DO CURRÍCULO.
    TERIA COMO OBJETIVO, ENSINAR ÉTICA, VALORES, O RESPEITO AS DIFERENÇAS, AS OPINIÕES E ESCOLHAS INDIVIDUAIS, AOS DIREITOS . TAMBÉM INFORMAR AOS ALUNOS, SEUS DIREITOS E DEVERES COMO CIDADÃOS, OS LIMITES DAS LIBERDADES. COMO SE RELACIONAR COM O OUTRO NA FAMÍLIA, NO TRABALHO, NA COMUNIDADE E NA IGREJA.
    O RESPEITO E DEVERES DE PRESERVAR A NATUREZA.
    ALIMENTAR-SE DE FORMA ADEQUADA, DE FORMA A SE DESENVOLVER E CONVIVER HARMONICAMENTE.

  3. A EDUCAÇÃO QUE VEM SURGINDO
    A Educação, há já algumas décadas, tem sido a “jóia de grande valor”, que enfeita os discursos de políticos em vésperas de eleições…
    Agora, nestes governos que se iniciam – Federal e Estadual – , o que chega primeiro são os inebriantes currículos, dessas autoridades que assumem Ministério – Ricardo Vélez Rodrigues – e Secretarias de Estados; em Minas Gerais – Julia Sant´Anna. O primeiro, é brasileiro de nacionalidade estrangeira; a segunda é carioca – que cedeu aos encantos de Minas. Estamos em boas mãos!
    Seus currículos se estendem: falam dos seus trabalhos, estudos, formações… E impressionam pela riqueza; e convencem!… Mas nós – os professores – precisamos muito de suas intuições: precisamos que empatizem-se conosco, e nos salvem de muitas idiotices vindas “de cima”, e que tantos males e angustias nos têm provocado, ao longo de décadas: o respeito que merecemos deve ser efetivo e sincero – e não em forma de “discursinhos” descorados, esmaecidos, fracos, ridículos e quase sempre na contramão de uma realidade palpável, vivenciada no dia a dia por nós – professores/professoras – em salas de aulas.
    Somos preparados para ensinar; porém, nosso sucesso depende do aprendiz – que quase sempre se recusa a ser partícipe na construção do seu conhecimento -, não fazendo o que é de sua responsabilidade fazer.
    Tão óbvio quanto a necessidade de respirar, é a necessidade da ação do aluno na direção do seu conhecimento e da sua desejada formação: ele tem de fazer a sua parte, esforçando-se; e envolvendo com suas responsabilidades de aprendiz; e isto se consegue (na minha visão!) com rigidez comedida; e não com flexibilidades insinceras, como tem sido, lamentavelmente!
    Nós, os professores, estamos “encabrestados” por um sistema que precisa mudar: estamos “encabrestados”, produzindo “ilusões” ao invés de Boa Educação – para o que somos preparados e vocacionados! E a culpa não é nossa! Precisamos do respeito e do restabelecimento da nossa autoridade, com urgência – a benefício da própria Educação, que tem suas raízes fincadas nas salas de aulas, sob nossas estritas responsabilidades. Do que precisamos é de assessorias das nossas autoridades constituídas e nomeadas; e não dos efeitos bestiais dos seus “ mandos e direcionamentos ” , adubados com vaidades perniciosas, que levam do “nada” a “lugar nenhum”. As Estatísticas têm sido “ferramentas” eficientíssimas nas mãos dos que estudam, acompanham e opinam, gerando os famosos e vergonhosos índices, nacionais e internacionais.
    Estamos no início de um novo Governo e “levantando âncoras para mais uma grande travessia e enfrentamentos”: é hora de renovar esperanças e acreditar que a Educação deixará de ser “mero enfeite” nos lero-leros políticos, e que nós – os professores/professoras – deixemos de ser os descorados “alimentadores desses índices”, que atendem a “não sei o que, nem a quem”, por aí; e que tenhamos o respeito que merecemos; e o restabelecimento dos nossos valores, como legítimos responsáveis na estruturação moral e profissional de homens e mulheres, talhando-os para assegurar uma sociedade mais justa, desejável!
    É necessário repetir: “não tivemos culpas !”. Estivemos (até aqui!), maniatados por um Sistema desfocado, formado por “maquiadores” de superfícies, escudados com leis, que parecem mais destinadas às “superfícies e aparências aos índices”, que aos âmagos das questões fundamentais, entre as quais os “`feedback`s”, exigindo os movimentos efetivos dos discentes para uma aprendizagem real e construtiva – e não ilusória, como vem acontecendo, há já um bom e infeliz tempo!
    Tomara que os “novos ventos” venham em forma de “vendavais”- ao menos no âmbito da Educação – erradicando incompetências (ou más intenções!) tão extensas e nocivas como estas, que ainda assombram por aí; e tragam as mudanças tão necessárias e ansiadas pelo nosso Brasil…

    Professor Morais.

  4. Claro que é importante desviar das pedagogias pós-modernas e marxistas. Estou gostando dos discursos dos ministros do governo do querido Presidente Bolsonaro na economia, na segurança, na agricultura, no ambiental, etc… Porém na EDUCAÇÃO estou a espera de mais… O discurso do pessoal do MEC está muito aquém do que eu esperava. Não vejo, por exemplo, falarem sobre os documentos orientadores dos sistemas de educação, como ficarão os conteúdos das disciplinas e as formas de ensiná-los, as hierarquias entre as fases de aprendizagem e amadurecimento das crianças e jovens, os ritos de passagem de níveis, a FORMAÇÃO DOS FORMADORES DE PROFESSORES NAS UNIVERSIDADES, o tipo de coerção exercida pelas legislações correlatas a partir da CF de 1988 (art. 208 parágrafo 1º) que torna as escolas e professores reféns escravizados de brasileiros (alunos, pais e responsáveis) que não querem nada com nada e perturbam o bom ambiente e disposição para o estudo e a aprendizagem, o que prejudica a aprendizagem dos demais, o trabalho do professor e joga no lixo o imposto dos que querem realmente aprender .. Se seguirem sem considerar esses entre outros pontos, tenho certeza que NÃO TERÃO SUCESSO no sentido de começar a resolver os problemas de aprendizagem, alfabetismo, e melhorar a formação acadêmica e para o trabalho dos estudantes brasileiros. A situação na grande maioria das escolas é TERRÍVEL por consequência principalmente desses pontos, além de outros é claro! Como mudar um sistema educacional regulado por essa legislação? Como fazer essas mudanças se não há formadores de professores que reconheçam sequer uma educação mais tradicional e que não sabem ensinar a alfabetizar, nem a cuidar de crianças pequenas, muitas vezes nem os conteúdos das disciplinas a serem ministradas pois não foram devidamente avaliados no ACESSO AO NÍVEL SUPERIOR com tal ponto de corte que nivela tudo por baixo sem exigir média mínima de acertos nas avaliações? Conheço COMO FUNCIONAM e COM QUEM FUNCIONAM os cursos de Formação de Professores e a situação das escolas do Ensino Básico! Querem saber mais? Conversem comigo. Estou buscando pessoas que atuam na educação e que apoiam o governo Bolsonaro para conversar sobre esses assuntos e ampliar meu modo de enxergar as coisas. Obrigado! Abraço a todos! Que tenhamos um ótimo governo para a Educação melhorar!

  5. VOCÊS TÃO APLAUDINDO UMA INDICAÇÃO FEITA POR UM CARA QUE REFUTOU NEWTON E AISTEN MESMO SEM SER FORMADO E O MESMO RETARDADO DO OLAVO DE CARVALHO SÓ FALA BOSTA, EU RIO MUITO DA CARA DE VOCÊS ATÉ A "DOUTRINAÇÃO " MAIS SEVERA JÁ ESTA MIL ANOS A FRENTE DO OLAVO DE CARVALHO KKKKK É O BURRO QUE DIZ QUE CONHECE UM POUCO DE TUDO MAS NA PRÁTICA NÃO SABE É POOOORRA NENHUMA

  6. Agora Olavo de Carvalho virou educador e referência…já é uma vergonha gente chama-lo de professor. Tudo bem seguir pelo caminho do liberalismo, tudo bem ser neoliberal mas chamar Olavo de referência educacional é piada. Desculpem-me mas muitos ai chamam Paulo Freire de isso e daquilo mas jamais leram por conta própria. Ser conservador é uma tendência em situações de crise, como a do Brasil mas ser ignorante não tem desculpa

  7. Não vendo nenhuma crítica nos comentários, fico com a certeza que este ministro só dará merda. Seu discurso totalmente moralizante vai mostrar no que vai dar… Que educação é esta que ele está dizendo?

  8. Antes que eu me esqueça: ladrão cafajeste canibal e idiota é você, seu vagabundo duma figa, Vélez Rodriguez. Mora no meu País, seu merda e, sai falando merda de nós! Até têm um bando de lambedor de bota aqui, mas, saiba, também existimos nós, os críticos pensadores. Seu merda!!

  9. Banda Devassa – Rio de Janeiro. (Cultura, Esporte e Lazer).

    "EDUCAÇÃO SOB ATAQUE" !!!! (24/11/2018).

    A "confirmação" do nome do Colombiano "Ricardo Vélez Rodrígues" como (Ministro da Educação) fez com que a nuvem de preocupação e indignação que já pairava nos meios educacionais brasileiros ficasse ainda mais densa aumentando a apreensão dos educadores, especialistas e pesquisadores, das escolas, institutos e instituições de educação superior.

    O novo ministro da Educação do governo Jair Bolsonaro é a síntese da "interferência do conservadorismo fundamentalista nas políticas educacionais brasileiras".

    Representa o ataque a produção, discussão e livre difusão de ideias. Ou seja… um ataque a essência da educação como tal.

    Um ministro que, em nome de lutar contra um “doutrinamento” cuja base científica inexiste e que, como sabemos, é retorica produzida por uma alucinação fundamentalista.

    Ao mesmo tempo, serve de instrumento a poderosos interesses econômicos que, em nome de combater a chamada doutrinação, se propõe a salvar a sociedade brasileira tomando para si a administração das verbas da educação através da gestão privada que, segundo eles, será “pura e não ideológica da escola e dos livros didáticos”.

    Uma gestão privada com conteúdo ideológico conservador, esta é a novidade.

    Os privatistas estão em disputa no governo.

    Não é à toa que o nome de "Mozart Ramos", diretor do (Instituto Ayrton Senna), cujo nome havia sido ventilado antes, foi barrado pela "bancada evangélica" por ser (progressista demais).

    Em verdade, além desse argumento ideológico, o que está também em disputa é o domínio das verbas da educação.

    Nessa disputa estão as fundações de interesse privado que, há muito tempo, já recebem o dinheiro da educação pública no Brasil através da oferta de serviços de gestão e de assessoramento, mas que não estão necessariamente vinculadas a ideologia do obscurantismo e o segmento composto pelo capital aberto e seus acionistas no Brasil, muitos deles financiadores de campanha e que atuam fortemente na educação.

    Esses grupos possuem grandes editoras educacionais e plataformas de educação a distância prontas para serem vendidas ao estado para serem aplicadas na educação fundamental e média e na formação de professores.

    Não é à toa que o programa de educação de Bolsonaro defendeu a "educação fundamental e media a distância", e fez um ataque a produção de material didático “doutrinador e proliferador de ideias insanas”.

    Esse grupo tem feito pressões para que a educação no Brasil se torne um serviço da "OMC" o que a libertará da regulamentação educacional inclusive de qualidade. Esse segmento lucrará muito também com avaliação do PISA, que somente privilegia o ensino de matemática e português e que, para ser aplicado nacionalmente, necessita de convênios e negócios.

    Esses grupos de capital aberto se congregam nesse momento a associações fundamentalistas religiosas e com partidos de direita.

    Essa vinculação ocorre porque essas associações possuem interesses em gerir as instituições de educação pública no Brasil em nome da moral, dos bons costumes e da não doutrinação.

    A educação sempre foi, desde a antiguidade um campo de disputa, e isso ocorre agora em nome do lucro e do controle ideológico retrogrado.

    Vivemos no Brasil a possibilidade real de dois grandes retrocessos educacionais: o fim da educação pública, gratuita, democrática e cidadã, que está sob forte ameaça, e o ataque a educação laica como princípio republicano desde o fim do período feudal.

    No Brasil e na grande maioria das nações do mundo a educação laica é um princípio constitucional. Aqui esse princípio está mantido apesar da recente decisão do STF que afirma a possibilidade de o "ensino religioso" ser opcional nas escolas públicas.

    O que pretendem os novos gestores da educação, construindo dados falaciosos sobre doutrinação e incitação a práticas sexuais precoces na escola, é o domínio ideológico autoritário, preconceituoso e atrasado das escolas brasileiras e, ao mesmo tempo, o domínio de volumosos recursos que poderão administrar através de suas empresas e associações de caráter privado.

    O filósofo e professor universitário, aposentado da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), que, num paradoxo, nega o questionamento, a reflexão e construção livre de ideias, essência da filosofia moderna, será, sem dúvida, um gestor das verbas educacionais e das políticas públicas que atendam a determinados interesses.

    Administrará R$ 120 bilhões e abrirá ótimas oportunidades de negócios na educação. Para isso ele foi escolhido.

    Um dos beneficiados poderá ser diretamente "Paulo Guedes" o novo "Guru da economia", já que possui ligações, inclusive familiares, com associações que congregam poderosas entidades educacionais privadas.

    "Paulo Guedes" nos últimos anos teve como foco o investimento no setor de educação privada de capital aberto, através da "Bozano Investimentos". Ele investiu em grupos, escolas, universidades e editoras de livro escolares, prevendo um fortalecimento de um segmento da privatização educacional no Brasil.

    As empresas que fazem parte da Bozano Investimento reúnem hoje centenas de milhares de estudantes. Uma dessas empresas é o maior grupo de capital aberto do mundo – (a Kroton Educacional) – além do Somos Educação e do grupo Anima.

    Com o projeto da “Escola Sem Partido” em pauta no Congresso Nacional e às vésperas do julgamento, no Supremo Tribunal Federal (STF), da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) movida pela Contee contra a Lei da Mordaça de Alagoas, a indicação de "Vélez Rodríguez" é mais uma afronta ao magistério (cada vez mais atacado e perseguido, algo que se acentuou após as eleições). Perseguição sem nenhum fundamento, ataque covarde a um segmento de dedicados profissionais que lutam dia a dia pela educação no Brasil.

    A situação exige ao mesmo tempo, a necessidade e a urgência de uma forte unidade e um poderoso movimento em defesa de princípios que estão garantidos na Constituição:

    >>> "a livre manifestação do pensamento e a livre expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença, bem como a liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber, assim como o pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas".

    A nomeação de Ricardo Vélez Rodrígues representa o alojamento do "obscurantismo" no Ministério da educação.

    E, como o obscurantismo não é democrático, não aceitará o diálogo, nem as diferenças de opinião.

    "A Educação no Brasil podemos afirmar, não será mais educação; será perseguição e repressão"…

    Em resumo, trata-se de um enorme retrocesso, uma grande tristeza para aqueles que são educadores de fato e uma enorme vergonha internacional. "Madalena Guasco Peixoto".

    (Banda Devassa-Rio – 06 de Fevereiro de 2019).

  10. Colombiano é muito educado não é mesmo?
    Seu país é um antro de corrupção e narco tráfico e você vem dizer que nós brasileiros roubamos até bancos de avião e, ainda tem gente que acha essa corja que chegou ao poder o máximo. Só se for da ignorância e estupidez!

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