Rabino Jonathan Sacks sobre o livre arbítrio

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Seguindo o tremendo sucesso do nosso vídeo de segunda-feira, em que um rabino fala sobre o amor verdadeiro, apresentamos hoje um outro rabino, Lord Jonathan Sacks, falando sobre um dos aspectos mais intrigantes da natureza humana: O livre arbítrio.

Este é um tema que assusta muitas pessoas, diz Sacks, e por isso alguns tentam negá-lo. Por exemplo, Marx disse que o destino do homem estava no modelo econômico, e sabemos o que sua teoria maluca gerou: desolação e morte. A esquerda como um todo sempre usou teorias deterministas para propiciar suas tentativas de engenharia social.

É tomando conhecimento da nossa capacidade de escolha que nos protegemos dessas artimanhas.

Tradução: Jonatas
Revisão: Hugo Silver

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Vídeo original: https://www.youtube.com/watch?v=_uPDpR8ZYWM

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28 COMENTÁRIOS

  1. Achei o argumento fraco.
    É impossível que você se encontre em uma situação exatamente igual à de um evento passado, dentre as diferenças das duas situações uma que é completamente certa é a de que você mudou, já que agora possui a experiência das consequências que um tipo de atitude pode acarretar.
    Logo é possível argumentar que a mudança de atitude é causada sim pela mudança do indivíduo ao invés do livre arbítrio.
    Acredito no livre arbítrio, mas não acho esse argumento sustentável logicamente. Caso eu tenha entendido errado me corrijam por favor.

  2. tradutores da direita comi eu disse os judeus principalmente os dos estados unidos são uma fonte de riqueza muito grande parabéns pelo vídeo vou compartilhar ao máximo e chamar mais colega para cá um abraço traduzem mais e mais o mundo precisa de luz

  3. O livre arbítrio não precisa ser provado, basta que apliquemos uma espécie de aposta de Pascal ao caso. Além disso, quem refuta o livre arbítrio não elegeu isto, simplesmente foi uma conclusão inevitável, pensamos e não sabemos quais os mecanismos disto. Quem passa a vida acreditando em livre-arbítrio, o que perde afinal? Que a moral consequencialista seja soberana nesta questão vide a escassez de meios para respondê-la.

    Particularmente, penso que a expressão "livre arbítrio" é um pouco inapropriada para aquilo que geralmente tenta descrever: uma conduta que o agente, dotado de natureza e passado, expressa sem a intervenção deliberada e verificável de outro agente. Ou seja, não se trata necessariamente de uma ação sem causa material ou indeterminada, aleatória ou randômica.

  4. sim, livres após ser livre por Aquele que liberta, sem Cristo não existe liberdade, somente ilusão, falta uma coisa a esse rabino, conhecer o Filho que É o próprio Deus que se encarnou em uma Pessoa, quem vê o filho vê o Pai…

  5. Muito bom porem a idea de um Deus trancendente aparece com os filosofos gregos (Platao). O Deus Jeova da Tora e um Deus imanente, apenas com a influencia do Neo-Platonismo no Judaismo Exoterico (Kabbalah) aparece a ideia de Deus Trancendente que os Judeus chamam de Ein Sof.

  6. Livre arbítrio é uma questão extremamente complexa e talvez impossível de se chegar a uma certeza absoluta a respeito dela.
    Vejamos os argumentos de Olávo de Carvalho a respeito do livre arbítrio que é mais ou menos assim: "O livre arbítrio não existe de fato pois a partir do momento em que um ser( Deus) detém o livre arbítrio nenhum outro ser o detém, pois a liberdade de um resulta no fim da liberdade do outro". Esse argumento faz muito sentido, suponhamos que um estuprador é totalmente livre para fazer qualquer escolha, ele avista uma mulher e sente vontade de estupra-la, então ele a agarra a força e a estupra. Nesse caso hipotético chegamos a conclusão de que ela não teve o livre arbítrio para escolher não ser estuprada então também chegamos a conclusão de que não somos 100% livres para fazer nossas escolhas. E ainda sim que sejamos livres para pensar, existem vários fatores que podem nos obrigar a pensar em algo que não escolhemos pensar, como transtornos psicológicos por exemplo, e muitos fatores exteriores a nós influenciam na criação dos nossos pensamentos e refletem diretamente e indiretamente em nossos atos.
    Tudo isso pode parecer uma idéia meio marxista, de querer isentar um bandido de seus atos criminosos, mas acredito que qualquer um deva se responsabilizar por qualquer acontecimento em sua vida, tanto acontecimentos bons quanto ruins.
    Em algumas passagens bíblicas vemos Deus castigando várias pessoas pelos atos de uma só. Talvez todos nós estamos ligados como se fossemos um como alegam alguns estudiosos na área da física quântica, e então teriamos que responder por todos os atos do homem como se fossemos culpados indiretamente, e talvez analisando o homem através de uma outra perspectiva que ainda desconhecida e que apenas Deus conhece, chegaria-se a conclusão de que o livre arbítrio existe de fato, mas nesse plano de existência no qual estamos condicionados a viver temporariamente, acredito que nunca chegaremos a uma resposta definitiva, e talvez a existência do livre arbítrio apenas faça sentido no outro plano de existência que transcende este, em outras palavras, na vida após a morte.

  7. Está escrito que nosso Criador escreveu suas leis eternas nos nossos corações. Assim, nosso consciência nos acusa quando infringimos qualquer uma delas. Cabe a nós, seres inteligentes e dotados de poder de escolha, acatar o sininho da consciência e nos arrependermos, isto é, deixamos de praticar o que nos contaminou ou continuar praticando o mal. Se buscamos conhecer nosso Pai Celestial e manter com ele comunhão contínua orando e perguntando, lendo Sua Palavra, a orientação, com certeza vem. A vida neste planeta é muito complicada, e os nossos semelhantes muito diversificados e as filosofias humanas mais confundem do que iluminam. Por essa razão não podemos perder o foco no Deus Eterno, não em religiões, mas na fonte de toda sabedoria, amor, misericórdia, longanimidade e justiça para não nos perdermos nesse labirinto de opiniões e ensinamentos meramente humanos. Também está escrito: "passarão os céus e a terra, mas as minhas palavras não passarão". Para aqueles que nEle creem não há confusão, temos verdades absolutas onde firmar os nossos pés.

  8. Eu acredito na liberdade, por motivos que não sei explicar direito. Em algum lugar de nossa mente há a vontade, não a vontade do corpo, mas uma vontade que transcende o corpo, eu não sei como explicar, não sei se vocês perceberam alguma vez, quando seu corpo e mente queriam muito fazer uma coisa, desejavam aquela coisa, sua razão fazia o julgamento daquela coisa, e por mais que ela( razão ) falhasse, havia ainda uma vontade lá no fundo de não fazer aquela coisa, e é esta mesma vontade que transcende de alguma forma os desejos da carne e da mente. É como se essa vontade fosse o seu próprio Eu verdadeiro, no qual age por contra própria e independente de influências externas. Já passei por isso e é uma coisa complicada de se pôr em palavras, é como se seu Eu ignorasse toda a influencia exterior que sua mente sofreu e decidisse agir de uma forma inesperada e imprevisível.

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